RMA Trends

5 práticas de storytelling para o seu planejamento de comunicação corporativa

Storytelling é a arte de contar histórias, e apesar do uso do termo ser relativamente recente na área de comunicação corporativa, a prática de contar histórias tem raízes profundas na História (com "H" maiúsculo) da humanidade.

Quando poucas pessoas sabiam ler e escrever, eram os contadores de história os responsáveis por perpetuar o conhecimento e a experiência dos antepassados. Hoje, contar histórias é o caminho escolhido por muitas empresas para vender produtos, defender conceitos e aproximar a marca de seu público-alvo, usando estruturas narrativas com personagens, lugares e enredo.

Continue Lendo

Topics: economia da atenção, planejamento de comunicação corporativa, construção de marca, público-alvo, storytelling

Comunicação corporativa na era dos "multi"

O processo de construção e gestão de uma marca hoje é mais dinâmico e desafiador do que nunca. Vivemos a era dos "multi": nos transformamos em pessoas multiconectadas, multicanais, multitarefas e que lidam com multistakeholders. Empresas e profissionais de comunicação corporativa são pressionados a reiventar sua forma de pensar e agir, ou ficar para trás.
 
Este fenômeno foi catalisado pela Internet e pela mobilidade. Não faz muito tempo, a comunicação entre empresa e consumidor era uma estrada de mão única, onde o cliente era mero espectador, um receptor passivo de informação e conteúdo. A internet abriu as portas para que consumidores se conectassem uns aos outros e com suas marcas preferidas.

Para sua empresa existir na cabeça do seu público, ela precisa existir online, e ter um site bonito não basta: os principais pontos de contato com o público são o Google, as mídias sociais e outros ambientes de terceiros. É lá que seu cliente vai encontrar um cardápio de referências, boas ou não, sobre sua marca. E, como na nossa vida pessoal e profissional, o que outros falam sobre nós costuma pesar mais do que aquilo que falamos sobre nós mesmos.

Continue Lendo

Topics: economia da atenção, comunicação corporativa, planejamento de comunicação corporativa, tendências, construção de marca, relações com a mídia

Comunicação corporativa: não grite, senão ninguém te escuta

*Por Augusto Pinto, Sócio da RMA Comunicação

Executivos e empresários foram educados para "cacarejar" sobre seus negócios. Passamos nossas vidas "vendendo nosso peixe" por meio da imprensa, campanhas publicitárias, web site de nossa empresa e, claro, em nossas apresentações de vendas, recheadas de PPT's. Porém, subitamente (ou talvez nem tão subitamente assim, talvez nós é que estávamos distraídos), nossa mensagem começa a se perder no mercado persa que se tornou a comunicação entre empresas e pessoas. Vivemos claramente uma época de déficit de atenção. Veja se a cena que vou descrever a seguir já aconteceu com você:

Continue Lendo

Topics: planejamento de comunicação, planejamento estratégico de comunicação, economia da atenção, comunicação corporativa, planejamento de comunicação corporativa, tendências, métricas, indicadores, construção de marca, como fazer um plano de comunicação corporativa

Como a economia da atenção afeta o seu planejamento de comunicação

Você já parou pra pensar no que faz do Facebook uma empresa tão influente hoje? A resposta não está necessariamente nos resultados financeiros ou na capacidade de inovação da equipe de Mark Zuckerberg, e sim em uma estatística simples: 1.4 bilhão de usuários, que passam, cada um, em média, mais de 15 horas por mês conectados ao serviço. Na prática, isto significa que o Facebook tem acesso a um dos recursos mais escassos do planeta Terra na atualidade: a atenção de muita, muita gente.

O economista Herbert Simon (1916-2001) foi o primeiro a descrever o fenômeno da economia da atenção, ainda sem esse nome, na década de 1970: "A riqueza de informação cria pobreza de atenção, e com ela a necessidade de alocar a atenção de maneira eficiente em meio à abundância de fontes de informação disponíveis".

planejamento de comunicação corporativa e economia da atenção
Se a abundância de mensagens competindo por nossa atenção não é algo novo, por outro lado ela nunca foi tão facilmente perceptível quanto hoje - e não estamos falando apenas de campanhas publicitárias, dessas que parecem nos perseguir onde quer que estejamos.

Estamos falando também no volume de telefonemas e emails que recebemos, nos posts e notificações enviados pelas mídias sociais que freqüentamos, nas solicitações automáticas dos aparelhos e aplicativos que usamos. Cada gota desse oceano representa uma tentativa de nos "impactar", de nos estimular a esta ou aquela ação.

Saturados pelo volume de mensagens e estímulos a que somos expostos, somos forçados a lidar permanentemente com a escolha entre quais mensagens ignorar - ou não. Passamos a "premiar" os agentes que melhor atendam ao nosso contexto (momento, necessidades e expectativas), por mais efêmero e imperceptível que este seja.

E é esta, quatro décadas depois, exatamente a questão que se coloca para as empresas na hora de planejar a comunicação corporativa. Um cenário de abundância de informação e escassez de atenção não cria oportunidades para que pessoas e organizações atuem como filtros, identificando e traduzindo o que há de relevante para seus públicos?

Continue Lendo

Topics: planejamento estratégico de comunicação, economia da atenção, comunicação corporativa, planejamento de comunicação corporativa

SIGA

Assine

EBOOKS

New Call-to-action
New Call-to-action
New Call-to-action
New Call-to-action
New Call-to-action