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Especialista ou Integradora? 3 dicas para escolher sua agência de RP

24 de junho de 2015

Topics: agência de RP


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Especialista ou Integradora? 3 dicas para escolher sua agência de RPQuase todo mundo na faixa de 35 anos para cima lembra do 3 em 1 da Gradiente. Era incrível ter em um mesmo aparelho um toca discos, toca fitas e rádio. Na ocasião, foi uma espécie de integrador de três plataformas destinadas a tocar música. Porém, muitos afirmavam que ele não tinha a mesma qualidade de um bom rádio. Quando pensamos nas mídias (CDs, fita cassete, por exemplo) até faz sentido a defesa da especialidade.

Isso mudou com a transformação da indústria de eletrônicos e de música. Hoje, qualquer gadget com aplicativos como o Spotify consegue dar acesso imediato a milhões de músicas com alta qualidade de reprodução. Ou seja, a integração e especialidade se juntaram, para oferecer mais.

Na indústria da Comunicação podemos traçar o mesmo paralelo. Com a diluição das fronteiras entre físico e virtual, já não faz mais sentido falar apenas em especialidade. Uma agência que é especialista em um serviço, certamente encontra dificuldades em oferecer uma solução completa ao cliente, uma vez que a demanda exige integração total de plataformas, conteúdos e relacionamentos. Não basta fazer uma boa divulgação para a Imprensa, se a sua plataforma digital não estiver preparado para atração e conversão dos visitantes e suas redes sociais não forem canais de diálogo com o seu público-alvo. Esta dissociação de mensagens gera desgaste e frustração para o cliente e, se a decisão de usar mais de uma agência para economizar no budget, lembre-se que, muitas vezes, a falta de eficiência e sinergia nas ações pode fazer com que você tenha que investir mais ajustando os estragos do percurso. O famoso “barato que pode sair caro”.

Segue abaixo 3 DICAS para se fazer uma boa avaliação sobre que tipo de agência vai poder te ajudar não apenas em sinergia, mas também na preservação da sua verba. Confira:

1 – Especialização no serviço ou conhecimento do negócio?

Não caia na tentação de contratar uma agência apenas porque ela é boa na execução de uma plataforma. Exemplo: Uma agência de rp pode ser especialista em Relações com a Mídia, mas se não tiver intimidade com seu mercado e negócio, pode ser que você não consiga usufruir o máximo desta parceria. Na dúvida, procure uma agência que conheça seu mercado e sua expertise em planejamento e depois veja a capacidade de integração de plataformas.

2 – Tem visão e estrutura direcionadas para o digital?

Pensar em uma estratégia de Relações Públicas ou Comunicação Corporativa sem o digital é impossível hoje em dia. Por exemplo, estudo recente do IDC apontou que 70% dos compradores de B2B do segmento de Tecnologia da Informação utilizam o Google como a principal fonte de informação para seu trabalho. Ou seja, sem um bom trabalho de conteúdo para o digital, sua marca pode ficar de fora disso.

3 – Tem clientes que já utilizam serviços integrados?

Ver os cases da agência e principalmente conversar com clientes para entender como a estratégia de integração foi planejada e executada é um caminho virtuoso para ajudá-lo a decidir. Neste quesito, é muito mais importante olhar para carteira de uma agência pelo viés dos trabalhos desenvolvidos do que pela marcas que podem fazer brilhar os olhos. Experimente colocar em perspectiva um trabalho mono plataforma, por exemplo: Relacionamento com a Mídia, de uma marca de grande visibilidade e que naturalmente já atrai o interesse da Imprensa, contra  um trabalho de um empresa que está em processo de construção da sua imagem, mas que já colhe resultados de visibilidade e de negócios em uma estratégia multiplataforma.

Sem dúvida, após este exercício, você estará no mínimo mais seguro para definir o playlist que você vai querer tocar em sua empresa.
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