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Feedback é bom e todo mundo precisa!

28 de Novembro de 2016

Topics: Recursos humanos, Carreira


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Uma das palavras mais ouvidas dentro das empresas hoje em dia é o tal ‘feedback’. Mas, primeiro vamos entender o seu significado:

 

Em uma básica e rápida tradução feita no Google Tradutor, vemos que esse termo remete a “realimentação”. Adaptando-a para o dia a dia, mais especificamente no nosso trabalho, podemos sugerir que feedback nada mais é do que ‘informações ou impressões fornecidas que podem caracterizar se algo é ou foi bem-sucedido’. Ou seja, essa ‘realimentação’ é uma via de mão dupla, que cabe a gestores, subordinados, parceiros e pares de trabalho, a fim de obter um parecer sobre o trabalho que é realizado, se bem feito ou não, se deficitário ou não e quais foram as qualidades observadas dentro de todo o processo (ou parte dele).

 

Uma boa orientação profissional é um ponto crucial na evolução do colaborador e esse processo deve começar com uma pré-avaliação alguns meses após a contratação, um período no qual o funcionário já está se habituando à atual empresa, já pôde mostrar algumas características pessoais e de um modo geral, como está habituado a trabalhar. Nessa avaliação prévia, bons gestores avaliam pontos importantes que podem e devem ser melhorados, desse modo, o profissional vai poder evoluir naquilo que é esperado, podendo expandir ainda mais, abrindo portas e oportunidades de crescimento na carreira.

 

Depois dessa avaliação prévia, é importante uma ‘manutenção’, um balanço de como tem sido a evolução do colaborador e como ele tem ajudado (ou não) a empresa, trazendo bons resultados e respondendo às expectativas.

 

Essa troca é benéfica tanto para o gestor, que vai extrair bons resultados dos seus liderados, como para os colaboradores, que vão poder evoluir e trilhar um bom caminho profissional. Além de serem bons para a empresa, que vai produzir mais e com eficiência, vai ter um processo bem desenhado e que, com certeza, terá os colaboradores jogando no ‘mesmo time’.

 

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Mas qual é o melhor, feedback positivo ou negativo?

 

Os dois são ótimos, mas olhe com bons olhos e escute com bons ouvidos o feedback negativo -  ele tem valor (e muito!). A importância nem sempre é levada em conta, pois o ser humano tem uma tendência natural em rejeitar críticas, e esse é um cenário que pode piorar: a pessoa pode levar a situação para o lado pessoal.

 

Já dizia Steve Jobs: “Você pode encarar um erro como uma besteira a ser esquecida, ou como um resultado que aponta uma nova direção.”

 

Dica valiosa: Transforme aquele feedback negativo em positivo!

 

É óbvio que todos sempre almejam os elogios e querem boas respostas em relação a algum feito, seja na vida pessoal ou na profissional, mas pense no quão gratificante seria ter um primeiro feedback negativo e a partir dele trabalhar em cima das dificuldades e transformá-lo em positivo. Aqui não importa se isso vai demorar semanas, meses ou até anos, o que realmente importa é o caminho e sua jornada, moldando o que lá atrás era negativo e conquistando o positivo. Isso agrega muito mais, dá bagagem, coloca desafios profissionais a serem superados e acarretam no desenvolvimento profissional. Mais importante do que saber em quanto tempo vai receber o seu feedback, seja positivo ou negativo, é ter em mente duas coisas: onde você está e onde quer chegar. O feedback deve auxiliar no seu plano de carreira em longo prazo e não ser imediatista.

 

Aqui vão algumas dicas para receber bem os feedbacks e torná-los úteis:

  • Se você tem um líder que não dá feedbacks, peça a ele;
  • Se receber um feedback positivo, agradeça;
  • Se receber um feedback negativo, agradeça mais ainda!;
  • Anote todos seus feitos em sua trajetória dentro da empresa e caso peça um feedback, elenque essas ações previamente;
  • Use seu feedback negativo como motivação e defina o tempo em que pretende mudá-lo para positivo (se precisar, anote em um caderno, bloco de anotações ou post-it. A regra é não esquecer de uma das coisas que deve te mover no dia a dia);
  • Preze pelo seu trabalho, seja minucioso;
  • Se não concordar com um feedback negativo, você tem todo o direito de debater, discutir e discordar, só não tem o direito de não admitir os seus erros;
  • Se inquiete! Não caia na zona de conforto só por um feedback positivo;
  • Absorva o máximo em cada avaliação, preste a atenção;
  • Nunca leve para o lado pessoal;
  • Se um dia você se tornar gestor, lembre-se da sua trajetória, mostre empatia e dê feedbacks :)

 

*Por João Victor Mateos, analista de Business Intelligence da RMA Comunicação.




 

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