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Storytelling x Síntese: o papel de cada um no seu plano de comunicação

12 de novembro de 2014

Topics: storytelling


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Muitas empresas têm apostado em técnicas de storytelling na comunicação com seus públicos. A grande dúvida é se isso pode ser considerado mais um modismo ou se já é uma tendência.

Mas, afinal o que é o storytelling? Quais as vantagens e os motivos para utilizá-los bem e  por onde começar?

 

O storytelling na comunicação

O storytelling já é utilizado nas estratégias de comunicação empresarial há anos. No entanto, foi só recentemente que foi implementado nas discussões estratégicas de marcas.

O intuito das estratégia é envolver os públicos por meio da arte de contar histórias, o que gera um tom mais pessoal à comunicação. Além disso, a estratégia tem um cunho mais educativo, levando informação útil e interessante a eles. Ao invés de colocar personagens fictícios para transmitir a mensagem, o storytelling prega fazer uso de histórias reais.


Então o que é síntese?

A síntese é muito típica e conhecida nos tempos atuais, em que as pessoas têm pouco tempo e as mensagens são condensadas em slogans e frases de efeito. Acontece que a síntese rouba o encanto da história, pois ela perde detalhes. Compare, por exemplo, a diferença entre a experiência de assistir à história da Chapeuzinho Vermelho e uma síntese do tipo “lobos são perigosos; chame um lenhador”. O que percebemos, na verdade, é que temos mais facilidade de lembrar de histórias e narrativas do que instruções ou frases sintéticas.

 

As vantagens geradas pelo storytelling em meio à disputa de atenção dos públicos

Vivemos hoje em meio à economia de atenção, ou seja, com o grande volume de informações disponíveis, a atenção dos públicos é dispersa. Para atraí-la, é preciso utilizar mensagens criativas nos canais de comunicação utilizados pelas marcas, considerando o perfil do público-alvo que se almeja alcançar.

Por isso, o primeiro passo é considerar ter claro no plano de comunicação o perfil desse público. Entender das necessidades, desejos e vontades dele permite identificar  as melhores maneiras e estratégias de se comunicar, em meio ao volume de informação e, assim, conseguir atrair a sua atenção.

Storytelling x Síntese: o papel de cada um no seu plano de comunicação

Por que incorporar o storytelling às práticas de comunicação?

Hoje escolhemos o que queremos ler, assistir e acompanhar. Os modelos tradicionais de comunicação já não são suficientes para se destacar. É preciso envolver o público, fidelizá-lo e, para isso, é indispensável ouvi-lo.

Por meio de técnicas de storytelling, pode-se humanizar a comunicação da marca, gerando uma maior proximidade com os públicos. As narrativas são trabalhadas, com o apoio de conteúdo útil para as pessoas, que gerará sucesso à estratégia. Isso gera mais engajamento e melhora o relacionamento da marca junto aos seus potenciais e atuais clientes.

O storytelling ainda trabalha aspectos afetivos e emocionais, o que contribui para gerar identificação dos públicos com a marca. Rodigo Cogo, especialista no assunto, aborda em sua coluna no site da Aberje, que histórias de impacto, quando bem contadas, provocam grandes transformações. E é justamente este apelo que gera afinidade e estreita relacionamentos.

O storytelling veio para ficar e, hoje, é a única forma de competir por atenção em um mundo em que as pessoas focam apenas o que é de seu interesse. Com a vasta opção de canais, discursos e grande disputa pelos públicos, trabalhar uma comunicação de marca mais humanizada é, sem dúvidas, uma ótima oportunidade de atrair, conquistar e fidelizar os olhares de seus consumidores.

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